Fruto da organização de trabalhadores na construção de novas relações econômicas, a economia solidária fomenta novas formas de produção e comercialização na busca de um desenvolvimento sustentável. É inspirada em valores culturais que estabelecem novas práticas de consumo, privilegiando o coletivo, por meio da autogestão, da justiça social, do cuidado com o meio ambiente e da responsabilidade com gerações futuras, propiciando assim, a sobrevivência e a melhoria da qualidade de vida de milhões de pessoas em todo o mundo.
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Transformar os atuais padrões de consumo e formar cidadãos e cidadãs conscientes de seus direitos e responsabilidades como consumidores. É com esse foco que a Vida Brasil vem trabalhando a educação do consumidor desde 1997.
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Respeito a todas as diferenças, independente das causas e intenções. É assim que o conceito de eqüidade vem sendo trabalhado pela Vida Brasil com adolescentes e jovens do Consórcio Social da Juventude – Salvador, dentro do Programa Primeiro Emprego do governo federal, e num projeto-piloto em duas escolas municipais de ensino fundamental de Salvador. Ambos contam com parceria de outras organizações sociais.
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O ato de acessar nos remete ao direito de ir e vir sem impedimento – um direito fudamental para todas as pessoas, inclusive as com deficiência, que reforça o princípio da indivisibilidade dos direitos humanos. Acessibilidade é a possibilidade e a condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia dos espaços (praças, calçadas, ruas), mobiliários e equipamentos urbanos (telefones público, pontos de ônibus, semáforos), edificações e transportes da cidade.
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A Vida Brasil acredita que a transformação social passa pelo fortalecimento comunitário, ou seja, para que haja verdadeiras mudanças na estrutura política e social é necessário que os movimentos populares possam intervir na realidade social em todos os níveis: social, econômico, político e organizacional.
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Segurança Alimentar e Nutricional é a realização do direito de todos e todas ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente e de modo permanente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base práticas alimentares promotoras de saúde, que respeitem a diversidade cultural e que sejam ambiental, cultural, econômica e socialmente sustentáveis.
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